Johannes Brahms
John Neschling regente
Osesp
Gravada em março de 2005 na Sala São Paulo
Em uma época de nacionalismos musicais (as Danças norueguesas de Grieg são de 1869, as Danças eslavas de Dvorák, de 1878…), o caráter esfuziante e langoroso das Danças húngaras de Brahms, seus requebros e acelerações, as imitações do violino e de outros efeitos da orquestra cigana surtiam um efeito que fez a fortuna do editor Simrock (mas não de Brahms, que as vendeu a preço fixo…). Compostas no tempo 2/4, elas reproduzem a alternância dos andamentos lassu (lento, geralmente em tonalidade menor) e friss (rápido, em tonalidade maior) das danças típicas húngaras conhecidas como verbunkos.
Clóvis Marques é jornalista e crítico musical




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1 - Luis Henrique Marcondes diz:
fantástico todos os podcasts! parabéns pelo trabalho
25/08/2009 18:21